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	<title>GameStick &#187; Reviews</title>
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	<description>- Códigos, detonados, jogos online, vídeos, downloads de jogos e mais</description>
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		<title>Dragon Ball Z: Infinite World</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 18:29:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cOgumello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Playstation 2]]></category>
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		<category><![CDATA[Dragon Ball Z: Infinite World]]></category>
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		<description><![CDATA[Há quase duas décadas atrás, a série Dragon Ball, que hoje é referência imediata quando o assunto é mangá, vem sendo explorada no mundo dos videogames. Inúmeros títulos de diferentes desenvolvedoras contaram a história de Goku e seus amigos do começo ao fim em jogos de gêneros que vão dos agitados títulos de luta aos elaborados jogos de RPG [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ficha" style="float:right;">
<strong>Desenvolvedor</strong><br />
Dimps Corporation</p>
<p><strong>Distribuidor</strong><br />
Atari</p>
<p><strong>Gênero</strong><br />
Luta</p>
<p><strong>Lançamento</strong><br />
04 de novembro de 2008 </p>
<p><strong>Imagens</strong></p>
<p><a href="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/141941.jpg" rel="lightbox[roadtrip]"><img src="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/141941-128x72.jpg" alt="Dragon Ball Z: Infinite World - 001" title="Dragon Ball Z: Infinite World - 001" width="128" height="72" class="alignnone size-thumbnail wp-image-1178" /></a></p>
<p><a href="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/149776.jpg" rel="lightbox[roadtrip]"><img src="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/149776-128x72.jpg" alt="Dragon Ball Z: Infinite World - 002" title="Dragon Ball Z: Infinite World - 002" width="128" height="72" class="alignnone size-thumbnail wp-image-1179" /></a></p>
<p><a href="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/149777.jpg" rel="lightbox[roadtrip]"><img src="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/149777-128x72.jpg" alt="Dragon Ball Z: Infinite World - 003" title="Dragon Ball Z: Infinite World - 003" width="128" height="72" class="alignnone size-thumbnail wp-image-1180" /></a></p>
<p><a href="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/149778.jpg" rel="lightbox[roadtrip]"><img src="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/149778-128x72.jpg" alt="Dragon Ball Z: Infinite World - 004" title="Dragon Ball Z: Infinite World - 004" width="128" height="72" class="alignnone size-thumbnail wp-image-1181" /></a></p>
<p><a href="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/149779.jpg" rel="lightbox[roadtrip]"><img src="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/149779-128x72.jpg" alt="Dragon Ball Z: Infinite World - 005" title="Dragon Ball Z: Infinite World - 005" width="128" height="72" class="alignnone size-thumbnail wp-image-1182" /></a></p>
<p><a href="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/149780.jpg" rel="lightbox[roadtrip]"><img src="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/149780-128x72.jpg" alt="Dragon Ball Z: Infinite World - 006" title="Dragon Ball Z: Infinite World - 006" width="128" height="72" class="alignnone size-thumbnail wp-image-1183" /></a></p>
<p><a href="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/149781.jpg" rel="lightbox[roadtrip]"><img src="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/149781-128x72.jpg" alt="Dragon Ball Z: Infinite World - 007" title="Dragon Ball Z: Infinite World - 007" width="128" height="72" class="alignnone size-thumbnail wp-image-1184" /></a></p>
<p><a href="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/149782.jpg" rel="lightbox[roadtrip]"><img src="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/149782-128x72.jpg" alt="Dragon Ball Z: Infinite World - 008" title="Dragon Ball Z: Infinite World - 008" width="128" height="72" class="alignnone size-thumbnail wp-image-1185" /></a></p>
<p><a href="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/155438.jpg" rel="lightbox[roadtrip]"><img src="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/155438-128x72.jpg" alt="Dragon Ball Z: Infinite World - 009" title="Dragon Ball Z: Infinite World - 009" width="128" height="72" class="alignnone size-thumbnail wp-image-1186" /></a></p>
<p><a href="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/155439.jpg" rel="lightbox[roadtrip]"><img src="http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/05/155439-128x72.jpg" alt="Dragon Ball Z: Infinite World - 010" title="Dragon Ball Z: Infinite World - 010" width="128" height="72" class="alignnone size-thumbnail wp-image-1187" /></a></p>
</div>
<p>Há quase duas décadas atrás, a série Dragon Ball, que hoje é referência imediata quando o assunto é mangá, vem sendo explorada no mundo dos videogames. Inúmeros títulos de diferentes desenvolvedoras contaram a história de Goku e seus amigos do começo ao fim em jogos de gêneros que vão dos agitados títulos de luta aos elaborados jogos de RPG.</p>
<p>Hoje Dragon Ball é com toda a certeza uma das franquias de anime mais conhecidas de todos os tempos. É praticamente impossível não estar no mínimo familiarizado com os cabelos espetados do herói Goku, ou com os incríveis poderes da sua turma, que vêm conquistando espectadores desde meados da década de 1980.</p>
<p>Como sucesso internacional, a transposição para os videogames era inevitável, já são mais de sessenta jogos inspirados nas criações de Toriyama, que agora chegam ao Nintendo Wii com Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 3.</p>
<p>Por falar em Akira Toriyama, criador do mangá e do anime, vale destacar que o mangáka (autor de mangás) também parece ser um grande entusiasta dos videogames tendo colaborado na produção artística de diversos games, mais notadamente o magistral Chrono Trigger, os sempre populares jogos da franquia Dragon Quest e mais recente o jogo Blue Dragon.</p>
<h5>Pancadaria virtual</h5>
<p>A primeira experiência da franquia Dragon Ball em jogos com gráficos 3D no ocidente foi em 1997, com o lançamento de Dragon Ball GT: Final Bout para o Playstation original. Apesar da fórmula não ter sofrido grandes mudanças e o leque de recursos do game ser basicamente o mesmo das clássicas versões do Super Nintendo, os gráficos deram uma nova perspectiva à série.</p>
<p>Mas foi na geração seguinte que a franquia foi embelezada com filtro gráfico cel-shade. Todos os jogos da linha Dragon Ball Z: Budokai, que teve título lançados para o Playstation 2 e GameCube apresentaram o novo recurso gráfico que conferiu uma aparência mais próxima dos desenhos animados, dando assim o toque que faltava para aproximar os games do mangá e do anime.</p>
<p>Temos que pegar, as Esferas do Dragão! Agora, os guerreiros Z retornam ao PlayStation 2 para o que se diz ser o último título da série para o famoso console da Sony. Dragon Ball Z: Infinite World traz a mesma fórmula de sucesso presente na aclamada série Budokai Tenkaichi.</p>
<p>O elenco reduzido — cerca de <strong>quarenta personagens</strong>, número bem abaixo dos 150 do último jogo da série Budokai Tenkaichi — é recompensado com uma jogabilidade ágil que proporciona uma ação tão intensa quanto à de seus antecessores.</p>
<h5>Nunca mais outra vez</h5>
<p>Mesmo sendo o epitáfio da série no PlayStation 2, Infinite World consegue oferecer certa longevidade. O último videogame da linha Dragon Ball no console mais vendido de todos os tempos oferece cerca de vinte horas de jogo somente na sua saga principal (o modo história), sendo que além desta modalidade o jogador ainda pode contar com as tradicionais partidas multiplayer e um extenso modo “RPG”.</p>
<p>Aficionados pela linha Budokai 2 vão se sentir bem à vontade. A liberdade de exploração e a possibilidade de andar pelo mapa e atingir locais para batalha ou minigames são apenas alguns dos elementos semelhantes aos outros jogos da série.</p>
<p>O modo principal, intitulado Dragon Missions, traz várias cenas clássicas do anime e ainda oferece a oportunidade de acompanhar a mesma trama da versão animada. Em seu caminho, você ainda encontrará muitos desafios, que vão variar desde a eliminação de diversos oponentes em um determinado tempo até lutas com condições específicas para vitória (como finalizar o combate com um kamehamera).</p>
<p>Que foi &#8220;muleke&#8221;! Alguns minigames também vão relembrar os bons tempos aos fãs da franquia. Momentos engraçados, como a cena em que Bubbles (o macaco do mestre Kaio) é perseguido por Goku como forma de treinamento, é retratada no jogo no formato de pequenos desafios (que também vão garantir pontos de experiência que podem ser convertidos em aprimoramentos para os seus atributos e habilidades).</p>
<p>Fora isso, o título também irá conta com diversos outros desafios relacionados à trama. Entretanto, obviamente, o foco se mantém nos intensos combates corpo-a-corpo da série.</p>
<h5>Lendas lendárias!</h5>
<p>Infinite World é basicamente uma edição simplificada de Dragon Ball Z: Burst Limit (lançado para o PlayStation 3 e Xbox 360), tanto nos seus gráficos — por questões óbvias — quanto na jogabilidade.</p>
<p>A jogabilidade em si permanece simples, com um belo tempo de resposta e diversos atributos pertinentes aos jogos anteriores relacionados ao anime. Entretanto somente os jogadores mais empenhados realmente dominarão todos os comandos, que contam com uma incrível variedade de combinações.</p>
<p>Os lutadores podem bloquear normalmente os ataques inimigos ou desviá-los através de comandos que devem ser executados no momento em que o oponente desfere seus golpes. Além disso, o jogador também pode utilizar uma espécie de teletransporte para se esquivar dos ataques inimigos, aparecendo diretamente atrás de seu oponente.</p>
<p>Outro fator interessante de Dragon Ball Z: Infinite World é a possibilidade de personalizar seus lutadores. Através de uma ferramenta da edição você poderá alterar qualquer um dos guerreiros Z, comprando novos ataques e técnicas especiais e designando-os em lacunas específicas para cada personagem.</p>
<h5>Muito menos do mesmo</h5>
<p>Outro elemento que retorna são os gráficos estilizados com o filtro cel-shade, algo já indispensável para jogos da franquia. Os visuais estão bem detalhados, levando em consideração os recursos técnicos da plataforma, entretanto.</p>
<p>Entretanto, mesmo sendo um jogo com gráficos bem trabalhados, não há muito a ser dito, já que os mesmos efeitos, modelagens, ambientes e outros elementos já aparecem dentro da franquia com a mesma qualidade.</p>
<p>A câmera retorna a horizontal, como na linha Budokai, mas por outro lado a jogabilidade em si é uma mistura daquilo que já vimos nas outras versões da linha Budokai. Existem novas perspectivas de visão (principalmente no modo história que utiliza momentos chave para incluir minigames com diferentes ângulos de câmera).</p>
<h5>Epílogo da série</h5>
<p>ETA! Cuidado com a minha cara rapaz!E verdade, mas Dragon Ball Z: Infinite Word é o último título inspirado na aclamada série de animes e mangás de Akira Toriyama a ser lançado no PlayStation 2. O que é mais triste não é o fato da despedida em si, mas sim por se tratar de um jogo que parece “inferior” aos seus antecessores.</p>
<p>No final das contas Infinite Words não é pior do que os outros jogos da linha Budokai, entretanto por se tratar de uma “evolução” (e uma despedida) da franquia era de se esperar pelo menos algumas novidades (como por exemplo um grande elenco de personagens).</p>
<p>Além disso, o jogo também sofre com uma dificuldade um tanto exacerbada. Mesmo jogando no nível mais baixo de dificuldade o jogador encontrará alguns desafios extremamente inacessíveis.</p>
<p>No final das contas Infinite Words peca por não inovar, ou aprimorar, os já tradicionais elementos da linha Dragon Ball, deixando para trás um legado de peso mas com uma conclusão um tanto decepcionante. </p>
<div id="nota">
<strong>Avaliação final:</strong> <em>7.5</em><br />
Jogabilidade: <b>8.0</b> &#8211; Gráficos: <b>7.0</b> &#8211; Som: <b>7.0</b>- Diversão: <b>8.0</b>
</div>
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		<title>Vídeo-review: Wheelman</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 17:43:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cOgumello</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Xbox 360]]></category>
		<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Playstation 3]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
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		<description><![CDATA[Wheelman é um game de ação, estrelado por Vin Diesel, onde o jogador vive cenas extremamente exageradas &#8211; a lá Carga Explosiva. De início o game parece bem interessante e empolgante, mas logo se percebe que é um pouco repetitivo e com missões sem pé nem cabeça. Fique abaixo com o vídeo-review, preparado pela equipe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Wheelman é um game de ação, estrelado por Vin Diesel, onde o jogador vive cenas extremamente exageradas &#8211; <em>a lá Carga Explosiva</em>. De início o game parece bem interessante e empolgante, mas logo se percebe que é um pouco repetitivo e com missões <em>sem pé nem cabeça</em>.</p>
<p>Fique abaixo com o vídeo-review, preparado pela equipe do <a href="http://jogos.uol.com.br">UOL Jogos</a>:</p>
<p><center><object width="457" height="368"><param name="movie" value="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/1/49/63/&#038;id=178155&#038;host=http://st1.mais.uol.com.br&#038;start_loading=true&#038;mediaId=199230&#038;codProfile=3mk9h8436th5&#038;hash=wheelman-04023066C8C99326" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="window" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="457" height="368" allowfullscreen="true" wmode="window" allowfullscreen="true" wmode="transparent" src="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/1/49/63/&#038;id=178155&#038;host=http://st1.mais.uol.com.br&#038;start_loading=true&#038;mediaId=199230&#038;codProfile=3mk9h8436th5&#038;hash=wheelman-04023066C8C99326" type="application/x-shockwave-flash"/></object></center></p>
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		<title>Fallout 3</title>
		<link>http://www.gamestick.info/reviews/fallout-3/</link>
		<comments>http://www.gamestick.info/reviews/fallout-3/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 15:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cOgumello</dc:creator>
				<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Criado pela Beathesda Softworks, Fallout 3 é a sequência de uma franquia RPG mundialmente conhecida. Desta vez, o jogo chega nas versões para PC, Xbox 360 e PlayStation 3, mostrando um grande leque de novidades para a série, utilizando o potencial das novas plataformas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ficha" style="float: right">
<strong>Desenvolvedor</strong><br />
Bethesda Softworks</p>
<p><strong>Distribuidor</strong><br />
Bethesda Softworks</p>
<p><strong>Gênero</strong><br />
RPG</p>
<p><strong>Lançamento</strong><br />
28 de outubro de 2008 </p>
<p><strong>Requisitos Mínimos</strong><br />
» Pentium 4 2.4 GHz<br />
» Win XP ou Vista<br />
» 1 GB de RAM (2 GB no Vista)<br />
» GeForce 6800 ou Radeon X850</p>
<p><strong>Imagens</strong><br />
<center><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/01/000.jpg' title='Fallout 3' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/01/000.miniatura.jpg' alt='Fallout 3' border="0"  /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/01/001.jpg' title='Fallout 3' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/01/001.miniatura.jpg' alt='Fallout 3' border="0" /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/01/002.jpg' title='Fallout 3' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/01/002.miniatura.jpg' alt='Fallout 3' border="0"  /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/01/003.jpg' title='Fallout 3' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/01/003.miniatura.jpg' alt='Fallout 3' border="0"  /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/01/004.jpg' title='Fallout 3' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/01/004.miniatura.jpg' alt='Fallout 3' border="0"  /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/01/005.jpg' title='Fallout 3' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2009/01/005.miniatura.jpg' alt='Fallout 3' border="0"  /></a></center></p>
<p><strong>Mais Informações</strong><br />
<a href="http://www.testfreaks.com.br/jogos-de-computador/fallout-3-85867/">Acesse TestFreaks »</a>
</div>
<h5>O retorno de um clássico</h5>
<p>Criado pela <strong>Beathesda Softworks</strong>, <a href="http://www.testfreaks.com.br/jogos-de-computador/fallout-3-85867/"><strong>Fallout 3</strong></a> é a sequência de uma franquia RPG mundialmente conhecida. Desta vez, o jogo chega nas versões para PC, Xbox 360 e PlayStation 3, mostrando um grande leque de novidades para a série, utilizando o potencial das novas plataformas.</p>
<h5>O mundo de Fallout</h5>
<p>Com o passar dos anos, o planeta Terra sofreu diversas guerras e foi completamente devastado depois de um conflito nuclear que ocorreu no ano de 2077. O que sobrou foram escombros de diversas batalhas e, assim, o mundo foi tomado pela radiação. Nesta futura data, alimentos como carne, biscoitos, feijão, entre outros, ficaram todos contaminados por um teor considerável de radiação, enquanto os rios e algumas regiões do planeta se encontram com um nível maior de intoxicação. O jogo se passa no ano de 2277, 36 anos depois do segundo título da série, apresentado em Fallout 2.</p>
<p>Neste mundo, existe uma colônia de pessoas chamada de Vault 101, que fica próximo a região de Washington D.C., um local onde um grupo de pessoas mora e se mantém protegido de toda a radiação e perigos que o mundo lá fora oferece. É aí que o personagem principal nasce e é criado desde criança. Neste local, o jogador encara experiências típicas da vida de uma pessoa, criando amigos, inimigos e até podendo se rebelar. Logicamente, em Fallout 3, tudo depende das ações escolhidas pelo próprio jogador durante  sua jornada para moldar seu futuro, que é afetado por meio das consequências.</p>
<h5>O nascimento de um nômade</h5>
<p>Ao iniciar, a primeira imagem que se vê é uma luz branca. É o nascimento do personagem que você vai jogar, ou seja, você no mundo virtual de Fallout 3. Com isso, é possível selecionar algumas características iniciais do personagem, como nome e a aparência. Esta pode ser transformada de uma forma bem vasta, onde é possível mudar o formato do rosto por completo, cor da pele, cabelo, barba, ou até mesmo escolher a opção de uma aparência aleatória, para aqueles que não têm tanta paciência para isso.</p>
<p>Ao sair do ventre de sua mãe, o bebê encontra pela primeira vez seu pai, o homem que vai te guiar até você chegar à idade adulta e consequentemente se tornará o elemento chave para a história do jogo. Pouco a pouco, o jogador se vê em etapas da vida do personagem, passando por bebê, onde se aprende a andar e pegar objetos, a fase de criança, onde as primeiras relações com outras pessoas aparecem, até a juventude e a vida adulta, onde o mundo realmente começa a aparecer como ele é.</p>
<p>Entre as etapas da vida do personagem, o jogador pode selecionar alguns pontos cruciais que influenciarão em todo o resto da jogabilidade presente em Fallout 3 como, por exemplo, as facilidades do personagem (seriam, em grosso modo, os pontos de status e habilidades). Porém, neste título, um ponto aplicado não se trata apenas de algo simples, mas sim se torna tão abrangente que influi diretamente na jogabilidade e o que estará por vir no futuro. Por exemplo, se há uma concentração de pontos na “Percepção” do personagem, ele terá muita vivência, terá experimentado diversas coisas e saberá como lidar com vários tipos de situações diferentes. Porém, este personagem não estará apto a carregar muito peso, assim como não será muito ágil.</p>
<p>Estas são as primeiras de muitas opções que o jogo oferecerá durante a sua jornada.</p>
<h5>Se libertando para o mundo</h5>
<p>Ao atingir a idade adulta, você se vê em uma situação totalmente inesperada. Seu pai desapareceu, fugindo do abrigo chamado Vault 101 sem deixar rastros. A partir daí, sua vida muda completamente dentro do jogo. É hora de sair da “prisão” em que você vive e sair em busca de seu pai e consequentemente, em busca da liberdade. É neste momento que realmente o jogo começa.</p>
<p>Ao planejar sua fuga, alguns recursos aparecem, entre algumas habilidades, como o manejo de armas e equipamentos. Como sempre, há a escolha de fugir de forma sigilosa, ou da forma violenta. Todas as suas ações durante esta missão, definirá o seu futuro no jogo. Neste aspecto, Fallout 3 tem diversas semelhanças com Elder Scrolls IV: Oblivion, não por menos, pois trata-se de uma produção da mesma desenvolvedora. Portanto, quando finalmente se libertar do abrigo Vault 101, o jogador tem a possibilidade de refazer os pontos e habilidades do personagem pela última vez, antes de decidir definitivamente o que o personagem será e quais habilidades serão o seu forte.</p>
<h5>O desfecho da destruição</h5>
<p>Contando com a missão principal, que pode ser cumprida por completa em cerca de 10 horas de jogo, Fallout 3 oferece uma enorme quantidade de missões à parte, as quais o jogador pode encontrar por meio de NPC’s espalhados pelo mapa ou mesmo em determinadas situações do título.</p>
<p>Herdando a jogabilidade de Oblivion, o jogo pode ser explorado de cabo a rabo, isto faz com que o título seja aproveitado por completo e consequentemente, leve um bom tempo para ser concluído, em especial para os mais detalhistas. Apesar de tudo, Fallout 3 não oferece um fator replay muito empolgante, já que o sistema de combate depois de um tempo fica muito manjado e fácil depois de algum tempo, além das missões acabarem se tornando um tanto repetitivas ao longo da jogatina.</p>
<p>O título ainda peca por não conter um sistema multiplayer, algo que é de praxe da Bethesda Softwork e que ocorreu também em outros títulos da produtora, já que sua linha de jogos é mais alinhada para o RPG em single-player.</p>
<p>Em suma, o jogo se mostra bastante competente e muito divertido. É, de fato, um título obrigatório na estante daqueles que são fãs da série Fallout, ou mesmo de outros RPGs como Oblivion. A diversão é garantida, ao menos, até o cumprimento de grande parte do jogo, o qual oferece bastante novidades e interatividade durante a jornada.</p>
<p>Prepare-se para encarnar em um herói nada comum. Este herói, que busca a solução em meio da desgraça, e com liberdade para o jogador definir diversas de suas características no desenrolar da história.</p>
<p>Para obter mais informações sobre Fallout 3, acesse a <a href="http://www.testfreaks.com.br/jogos-de-computador/fallout-3-85867/"><strong>página do jogo no TestFreaks</strong></a>.</p>
<div id="nota">
<strong>Avaliação final:</strong> <em>9.2</em><br />
Jogabilidade: <b>9.4</b> &#8211; Gráficos: <b>9.0</b> &#8211; Som: <b>9.3</b>- Diversão: <b>9.2</b>
</div>
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		<title>Battlefield: Bad Company</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 15:32:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cOgumello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox 360]]></category>

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		<description><![CDATA[Confiram o vídeo-review de Battlefield: Bad Company preparado pela equipe do Uol Jogos, onde os bons efeitos de destruição e clima cômico do game se misturam ao nervosismo de uma guerra fictícia entre Estados Unidos e Rússia, com soldados querendo levar vantagens pessoais no conflito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confiram o vídeo-review de <strong>Battlefield: Bad Company</strong> preparado pela equipe do <a href="http://jogos.uol.com.br"><strong>Uol Jogos</strong></a>, onde os bons efeitos de destruição e clima cômico do game se misturam ao nervosismo de uma guerra fictícia entre Estados Unidos e Rússia, com soldados querendo levar vantagens pessoais no conflito.</p>
<p><center><object width="457" height="368"><param name="movie" value="http://st0.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/2/35/9E/&#038;id=81167&#038;host=http://st0.mais.uol.com.br&#038;start_loading=true&#038;mediaId=94372&#038;codProfile=3mk9h8436th5&#038;hash=battlefield-bad-company-040264DC994327" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="window" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="457" height="368" allowfullscreen="true" wmode="window" allowfullscreen="true" wmode="transparent" src="http://st0.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/2/35/9E/&#038;id=81167&#038;host=http://st0.mais.uol.com.br&#038;start_loading=true&#038;mediaId=94372&#038;codProfile=3mk9h8436th5&#038;hash=battlefield-bad-company-040264DC994327" type="application/x-shockwave-flash"/></object></center></p>
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		<title>Colin McRae: Dirt</title>
		<link>http://www.gamestick.info/reviews/colin-mcrae-dirt/</link>
		<comments>http://www.gamestick.info/reviews/colin-mcrae-dirt/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Jul 2007 00:13:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cOgumello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox 360]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira vez que você colocou DiRT dentro do seu Xbox 360, você deve ter se desesperado. Os ambientes são luxuosos, a iluminação excelente e a modelagem de danos incrível. DiRT é lindo. E os visuais espetaculares são combinados com a mais impressionante interface de usuário que já se viu em um console.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ficha" style="float: right">
<strong>Gênero(s):</strong><br />
Corrida</p>
<p><strong>Fabricante:</strong><br />
Codemasters</p>
<p><strong>Distribuidor:</strong><br />
Codemasters</p>
<p><strong>Plataformas:</strong><br />
Xbox 360</p>
<p><strong>Imagens</strong></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_colin-mcrae_001.jpg' title='Colin McRae: DIRT' rel="lightbox"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_colin-mcrae_001.miniatura.jpg' alt='Colin McRae: DIRT' border="0" /></a></p>
<p><strong>Demo</strong><br />
<a href="/downloads/baixe-o-demo-do-simulador-colin-mcrae-dirt/">Baixe o Demo!</a>
</div>
<p>A primeira vez que você colocou DiRT dentro do seu Xbox 360, você deve ter se desesperado. Os ambientes são luxuosos, a iluminação excelente e a modelagem de danos incrível. DiRT é lindo. E os visuais espetaculares são combinados com a mais impressionante interface de usuário que já se viu em um console. Uma vez que a excitação dos visuais inspirados e menus que enchem os olhos passarem, você encontrará um rally muito sólido. Embora não seja o melhor da série Colin McRae, DiRT é talvez o mais acessível. Não é perfeito, mas é bonito demais – e muito divertido.</p>
<p>Bons rallys encontram um modo de misturar aspectos de simulações com um espírito arcado. O esporte, por sua natureza, traz um monte de poderosos deslizes em curvas estreitas em cenários rústicos, criando um sentido que você esta de alguma forma desafiando as leis da física. Mas isso é um verdadeiro rally. DiRT faz um ótimo trabalho ao oferecer tanto uma experiência arcada (para aqueles que não tem coração) e um desafio resistente (para aqueles com nervos de aço). A dificuldade apresentada mantém o desafio moderadamente solto. Aumente o ajuste de dificuldade e de repente cada curva rápida se torna arriscada e qualquer acidente pode mostrar-se fatal. Poucos jogos oferecem dois conjuntos diferentes de experiência, mas DiRT faz isso melhor que a maioria. Então se você é apenas um fã ocasional de corrida ou um louco por Colin McRae, você pode ter corridas divertidas através de paisagens selvagens lindas de DiRT.</p>
<p>A rotação de quadros sofre com seis-a-dez carros trocando pintura em uma trilha suja, mas é uma troca válida para alguns dos momentos excitantes que vêm desses eventos. Na trilha de corrida Croft no Reino Unido, existem barreiras de pneus na maior parte da pista. Dentro de 30 segundos do começo de uma corrida, os pneus voam para todos os lados. É hilário. E ao mesmo tempo em que fãs de simulações podem sentir pontadas nos estômagos um pouco da idéia de pilotar uma borracha em uma corrida séria, é apenas um dos toques arcados que adicionam um sabor extra a DiRT. A boa notícia é que a IA dos seus concorrentes apenas combina com os ajustes de dificuldade. Se você escolhe Clubman – feito para aqueles que não distinguem o freio da embreagem – você verá carros de IA ter desempenho abaixo do esperado em curvas ou mesmo rodopiar. Selecionar Profissionais e competidores torna as linhas mais claras e são forçados a terminar.</p>
<p>Motoristas brilhantes tem direitos garantidos para fazer corridas limpas e competir para os melhor tempos em qualquer pista. Mas eles também perdem a chance das melhores conquistas de DiRT: modelagem de dano. O dano de DiRT pode ser tão dramático (e emocionante) como Burnout. Você verá algumas destruições maravilhosas se você tiver desempenho ruim em curvas e bater em uma árvore ou errar a linha da pista e dirigir normalmente. Esses momentos impressionantes em que pára-brisas se quebram, portas são arrancadas e quase partir seu carro ao meio. Vi meu carburador voar do meu carro e tive meu spoiler (acessório colocado na traseira do carro) quebrar em pedaços depois de uma colisão. Em muitos aspectos, os danos aos carros é muito mais detalhados e maravilhosos do que a corrida em si.</p>
<p>Todo esse dano não é apenas para exibição. DiRT tem um sistema de danos detalhado que cobre nove áreas diferentes do carro – do motor à transmissão até a ferragem. Bater totalmente em qualquer dessas partes causará dano terminal e acabará com sua corrida. Mas reduza qualquer área abaixo de 25% e seu carro sofrerá seriamente. Bata o sistema de resfriamento e lentamente seu motor aquecerá demais. Isso se torna particularmente importante em eventos posteriores onde você precisará correr dois ou três rallies. Conforme os danos se acumulam, a ameaça de seu carro fundir faz cada vez que você enrosca em uma cerca muito mais estressante.</p>
<p>Deveria mencionar que a modelagem de dano não é limitada ao carro. Você destruirá seu carro, mas também deixará os ambientes em pedaços. Bata em uma cerca de madeira e ela cairá. Dirija através de um uma pista com placas de sinais e elas podem ficar presas em seu veículo. Colida contra uma árvore pequena e os galhos caem sobre seu carro. Para uma ameaça verdadeira visual e visceral, troque a visão de câmera para do capacete. Este módulo de câmera dá a você uma vista completa do painel do carro com a habilidade de virar sua cabeça e examinar seus arredores. Você pode assistir seu navegador ler as anotações dele ou ver enquanto sua porta cai. Melhor câmera já vista? Oh sim.</p>
<p>Para aqueles com mais experiência em corrida, existem opções de ajustes dentro da profundidade. Isso pode fazer uma grande diferença, particularmente se você presta atenção para o terreno no qual irá correr. Para toda a excelência de DiRT, existem várias coisas que o impedem de ser verdadeiramente incrível (e impedem que seja o melhor da série Colin McRae). É fácil ser envolvido pelo visual e apresentação, que são de verdade quase os melhores do Xbox 360, mas passando isso, algumas das falhas são fortemente mostradas. Os carros em DiRT – seja um Lancer Evo ou um caminhão de lixo – acionam uma rotação central. Mesmo bicicletas não giram em rotações centrais. Com corridas realistas tais como em Forza 2 no Mercado, a rotação central parece especialmente artificial.</p>
<p>No geral, os carros não parecem presos. Claro que eles irão escorregar e deslizar, mas frequentemente parece que você está dirigindo em uma nuvem e não em uma estrada suja. Não há senso de peso nos carros. Claro, ainda é legal balancear a traseira de seu carro conforme você desliza em uma curva, mas você realmente não sente a troca de peso. DiRT acerta em muita coisa, é uma pena que a Codemasters não conseguiu acertar os toques finais em aspectos tão importantes de um jogo de corrida. De novo, isso não significa que não é incrivelmente divertido, mas para um jogo de corrida de última geração é um pouco decepcionante não ter o pacote completo.</p>
<p>A maior frustração, entretanto, é o multiplayer. Mais de 100 jogadores podem correr juntos on-line – ou algo assim. Veja, não existem opções para correr com carros variados na pista. Ao invés disso, você corre um rally ao mesmo tempo em que todos os outros. Você nunca irá ver outro carro (ou o replay de qualquer outra pessoa).</p>
<p>Quando você entra em uma sala, você pode votar em uma das sete pitas – cada um dos carros específicos que todos devem correr. O problema é que quando estiver configurando sua própria corrida, você não pode escolher quais pistas ou carros são escolhidos. É sempre aleatório. E por causa disso, você não pode procurar uma corrida com uma pista especifica ou com que tipo de carro quer correr. E você não pode parar o cronômetro. Então se você começa uma sala e ninguém se junta a você em um minuto, você carregará uma corrida solo. E se todo mundo quiser fazer uma pausa depois do final de uma corrida, eles terão que fazer isso em menos de 60 segundos ou a próxima corrida começa sem eles.</p>
<p>Jogos de Corrida oferecem multiplayer on-line com pelo menos seis carros. Isso é padrão ultimamente. DiRT apresenta apenas restritamente. É improvável que muitos se preocuparão com o multiplayer depois das primeiras corridas. Felizmente, o single-player é profundo o suficiente para facilmente fazer DiRT valer cada centavo pago por ele.</p>
<p>DiRT é um dos jogos de corrida mais legais em que já coloquei as mãos. Embora a rotação de quadros seja suspeita algumas vezes, nunca houve um jogo de corrida com tantos detalhes como este. Quando você pode contar cada folha em cada pedaço de arbusto ao longo de uma pista de seis quilômetros, esta é a maior conquista gráfica.  Se ao menos cada aspecto de DiRT combinassem com os gráficos e apresentações, o jogo estaria entre os melhores jogos de corrida para o Xbox 360. DiRT ainda não consertou o persistente uso de Colin McRae de uma rotação central para curvas e a corrida parece flutuante às vezes. DiRT não é tão bom quanto alguns títulos anteriores na série de corrida de Colin McRae, mas certamente vale a pena adicioná-lo em sua coleção.</p>
<div id="nota">
<strong>Avaliação final:</strong> <em>8.5</em><br />
Jogabilidade: <b>8.0</b> &#8211; Gráficos: <b>9.0</b> &#8211; Som: <b>8.0</b>- Diversão: <b>9.0</b>
</div>
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		<title>Shadowrun</title>
		<link>http://www.gamestick.info/reviews/shadowrun/</link>
		<comments>http://www.gamestick.info/reviews/shadowrun/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jun 2007 00:27:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cOgumello</dc:creator>
				<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA["Shadowrun" nasceu em 1989 como um RPG de mesa com temática cyberpunk que se tornou bastante popular. Desse rico material original, o game para PC e Xbox 360 aproveitou apenas o nome e algumas poucas referências, como as magias e as raças que compõem as classes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ficha" style="float: right">
<strong>Fabricante:</strong><br />
FASA Studio</p>
<p><strong>Lançamento:</strong> 29/05/2007</p>
<p><strong>Distribuidora:</strong><br />
Microsoft Game Studios</p>
<p><strong>Suporte:</strong><br />
1-16 jogadores, multiplayer online</p>
<p><strong>Configuração mínima:</strong><br />
Windows</p>
<p><strong>Imagens</strong><br />
<center><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/06/gamestick_shadowrun_001.jpg' title='Shadowrun (PC)' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/06/gamestick_shadowrun_001.miniatura.jpg' alt='Shadowrun (PC)' border="0" /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/06/gamestick_shadowrun_002.jpg' title='Shadowrun (PC)' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/06/gamestick_shadowrun_002.miniatura.jpg' alt='Shadowrun (PC)' border="0" /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/06/gamestick_shadowrun_003.jpg' title='Shadowrun (PC)' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/06/gamestick_shadowrun_003.miniatura.jpg' alt='Shadowrun (PC)' border="0" /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/06/gamestick_shadowrun_004.jpg' title='Shadowrun (PC)' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/06/gamestick_shadowrun_004.miniatura.jpg' alt='Shadowrun (PC)' border="0" /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/06/gamestick_shadowrun_005.jpg' title='Shadowrun (PC)' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/06/gamestick_shadowrun_005.miniatura.jpg' alt='Shadowrun (PC)' border="0" /></a><br />
</center>
</div>
<p>&#8220;Shadowrun&#8221; nasceu em 1989 como um RPG de mesa com temática cyberpunk que se tornou bastante popular. Desse rico material original, o game para PC e Xbox 360 aproveitou apenas o nome e algumas poucas referências, como as magias e as raças que compõem as classes.</p>
<p>Ou seja, fica a impressão que a propriedade intelectual foi pouco explorada, ainda mais num game em que o enredo é mínimo &#8211; na verdade, nem existe um modo de história. Aliás, a maior crítica ao novo &#8220;Shadowrun&#8221; é a falta de conteúdo, pois se trata basicamente de um game multiplayer entre times. Muito cru, falta até mesmo opções quase imprescindíveis para esse tipo de jogo.</p>
<p><strong>Terroristas com magias</strong></p>
<p>&#8220;Shadowrun&#8221; é um jogo de tiro em primeira pessoa de arena, ou seja, os ambientes são fechados. A referência mais próxima (bem próxima, por sinal) é &#8220;Counter-Strike&#8221;, pois traz um sistema de rounds e de compra, no caso, não só de armas, mas também de magias e techs. Como dito, trata-se de duelos multiplayer, que podem ser jogados sozinho (o computador controla aliados e inimigos), mas, naturalmente, sem a mesma satisfação.</p>
<p>O game conta a história de um mundo de alta tecnologia em que a magia foi restaurada de forma repentina. Esse poder é disputado por dois grupos: a corporação RNA Global e os Lineages. Na verdade, isso apenas serve de pretexto para distribuir os jogadores em um dos times. Se você é fã do RPG de mesa, ou até mesmo dos jogos feitos para o Super NES, Mega Drive e Sega CD, é bom relevar o enredo, ou ficar bem longe para não passar raiva.</p>
<p>A introdução de magias e techs, habilidades que expandem as capacidades dos personagens, tornou mais complexa a fórmula que se tornou famosa em &#8220;Counter-Strike&#8221;. Para explicar essas novidades, o jogo traz seis capítulos de treinamento, que destrincha cada uma dos recursos, além de explicar as diferenças entre as quatro raças presentes no game.</p>
<p><strong>Tiroteios com algo mais</strong></p>
<p>São cinco as techs: o gliding permite planar; o smartlink possibilita uma visão de zoom para todas as armas (além de poder aproximar mais a visão com o rifle de precisão), evita o fogo amigo, mas a mira laser denuncia a posição do jogador; o enhanced vision faz enxergar os oponentes através das paredes; o antimagic generator suga o essence (pontos de magia) de quem passar por perto; e, por fim, o wired reflexes faz mover mais rápido e protege dos ataques frontais se estiver com a espada.</p>
<p>As magias gastam essence e consistem em sete tipos, como o teleport, que permite atravessar paredes, o tree of life, que &#8220;planta&#8221; uma árvore mágica que recupera a energia de quem estiver por perto, e o summon, que invoca uma criatura para auxiliar no combate. No entanto, o feitiço mais importante seja o resurrection, que faz reviver um companheiro caído. Mas há formas de evitar isso, como, por exemplo, destruindo o cadáver (basta atirar no corpo até sumir).</p>
<p>O jogador pode atribuir apenas três techs e magias nos botões de ombro e no gatilho esquerdo, respectivamente. Não que o restante não possa ser acionado, mas é preciso navegar por um menu, praticamente impossível no meio de um tiroteio.</p>
<p>As raças possuem características diferentes, que devem ser levadas em conta na hora de montar o grupo e definir estratégias. Os humanos são equilibrados, e têm a vantagem de começar com mais dinheiro, enquanto os trolls são fortes e lentos, mas possuem maior defesa. Bem diferente dos rápidos elfos, que podem ter pouca energia, mas a recuperam com o tempo. Por fim, os anões são resistentes (chegam a agüentar um tiro na cabeça), mas recuperam a magia muito lentamente, a não ser que suguem de outros personagens ou do ambiente.</p>
<p>Enfim, há um equilíbrio entre os elementos, garantindo que nenhum personagem, arma, tech e magia tenha predominância sobre o outro. Evidentemente, há combinações mais eficientes, mas não chegam a ser exorbitantes. Com um sistema tão cheio de possibilidades, essas escolhas exercem importância que podem suplantar a estratégia genuína de times, como acontece em &#8220;Counter-Strike&#8221; ou &#8220;Gears of War&#8221;. Apesar disso, &#8220;Shadowrun&#8221; oferece muita diversão. A mecânica é bastante sólida, com bons controles (apesar de levar um tempo para se acostumar com as várias habilidades, principalmente o glider).</p>
<p><strong>Consoles e PCs na mesma arena</strong></p>
<p>&#8220;Shadowrun&#8221; é o primeiro título em que jogadores do PC e do Xbox 360 podem compartilhar uma mesma partida. No entanto, essa interoperabilidade parece ter sacrificado os usuários do computador. É que a retícula é muito grande e isso significa que as armas, com exceção do rifle com visor, são imprecisas. Parece que a medida foi colocada para não favorecer quem usa o mouse e o teclado, notadamente muito melhor para esse gênero de jogo. Essa imprecisão diminui consideravelmente a satisfação, mas o saldo ainda é positivo.</p>
<p>Devido à natureza do game, o multiplayer é a modalidade principal (para não dizer que é praticamente a única, pois jogar sozinho cansa muito rápido). Há duas maneiras de fazer isso. Uma é o private match, que permite jogar com cadastrados na lista de amigos na rede Xbox Live ou em rede local. A outra opção são as partidas públicas.</p>
<p>No entanto, essa modalidade carece de opções, tendo, no Xbox 360, apenas a de procurar uma seção (o equivalente a quick match), sem poder escolher entre os vários grupos disponíveis. Funções básicas, como o rastreamento de estatísticas, também estão ausentes. Os usuários de PC têm um pouco mais de opções, como poder jogar num servidor somente para o computador. Ao menos, critérios como a habilidade do jogador e velocidade de conexão são levados em conta, e a conseqüência disso são, na maioria das vezes, partidas com um mínimo de &#8220;lag&#8221;. No entanto, o game demora cerca de três minutos para achar um servidor.</p>
<p>O game também carece de regras: há duas variações de capture-a-bandeira e uma de deathmatch entre times. O número de mapas é pequeno. Mas tudo isso pode ser remediado com downloads adicionais.</p>
<p><strong>Produção sem luxo</strong></p>
<p>O visual não chega a ser sofisticado. Os personagens estão bem modelados, mas os cenários são simples. Algumas imagens de fundo têm baixa resolução. Já os efeitos das magias estão melhores. O grande problema, no que diz respeito aos avatares, é que todos são iguais, sem opção de customização. Isso faz falta especialmente num game multiplayer. Há alguns aspectos de jogo inacabado: os bonecos sobem a escada como se estivessem levitando. Ao menos, o desempenho é muito bom, sem tropeços na fluência da tela.</p>
<p>O som não se destaca, mas é competente. O barulho dos tiros e explosões, por exemplo, são potentes. A comunicação por voz é, dada as características do game, importante para coordenar as ações, mas também há uma opção para trazer informações do sistema, que também é útil. Para quem não sabe, Brasil é uma potência no universo de &#8220;Shadowrun&#8221;. Espere por ritmos brasileiros e até mesmo pixações em português nos cenários do jogo.</p>
<p><strong>Faltou guarnição</strong></p>
<p>A mecânica central de &#8220;Shadowrun&#8221; é equilibrada e eficiente, apesar de um pouco impreciso com as armas. O problema é que traz apenas um modo de arena. Não ter uma modalidade de campanha soa como oportunidade perdida, pois o universo original é muito rico. É essa falta de conteúdo que não justifica o preço do game, de quase US$ 60.</p>
<div id="nota">
<strong>Avaliação final:</strong> <em>6.8</em><br />
Jogabilidade: <b>7.0</b> &#8211; Gráficos: <b>7.0</b> &#8211; Som: <b>7.0</b>- Diversão: <b>6.0</b>
</div>
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		<title>Resident Evil 4</title>
		<link>http://www.gamestick.info/reviews/resident-evil-4/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2007 19:08:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cOgumello</dc:creator>
				<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Gênero(s): Ação / Aventura Fabricante: Capcom Distribuidor: Capcom Lançamento: 15/05/2007 Imagens: Em 2005, Resident Evil 4 para Nintendo GameCube foi com todo direito aclamado como um dos melhores jogos de ação e aventura já lançado, graças aos visuais exuberantes e seqüências de ação tensas que estavam entre as melhores dos jogos. Mais tarde naquele ano, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ficha">
<strong>Gênero(s): </strong><br />
Ação / Aventura </p>
<p><strong>Fabricante:</strong><br />
Capcom</p>
<p><strong>Distribuidor:</strong><br />
Capcom </p>
<p><strong>Lançamento:</strong> 15/05/2007</p>
<p><strong>Imagens:</strong></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_resident-evil-4_001.jpg' title='Resident Evil 4 (PC)' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_resident-evil-4_001.miniatura.jpg' alt='Resident Evil 4 (PC)' border="0" /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_resident-evil-4_002.jpg' title='Resident Evil 4 (PC)' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_resident-evil-4_002.miniatura.jpg' alt='Resident Evil 4 (PC)' border="0" /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_resident-evil-4_003.jpg' title='Resident Evil 4 (PC)' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_resident-evil-4_003.miniatura.jpg' alt='Resident Evil 4 (PC)' border="0" /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_resident-evil-4_004.jpg' title='Resident Evil 4 (PC)' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_resident-evil-4_004.miniatura.jpg' alt='Resident Evil 4 (PC)' border="0" /></a>
</div>
<p>Em 2005, Resident Evil 4 para Nintendo GameCube foi com todo direito aclamado como um dos melhores jogos de ação e aventura já lançado, graças aos visuais exuberantes e seqüências de ação tensas que estavam entre as melhores dos jogos. Mais tarde naquele ano, os proprietários do Playstation 2 foram abençoados com sua própria versão do jogo, trazendo mais missões e alguns outros itens destraváveis. E agora você pode jogar Resident Evil 4 em seu PC. Isso é demais!! É uma pena que os usuários do PC tenham sido atingidos por uma transferência preguiçosa que faz o mínimo possível para sustentar a plataforma. Esqueça o suporte para mouse, esqueça de escolher os trajes à sua preferência, e nem pense sobre qualquer item somente para PC: esta é uma transferência direta da versão para Playstation 2. Se você consegue superar todos esses problemas, RE4 ainda é uma experiência intensa e emocionante que fará seu coração bater mais forte. Mas se você ainda não jogou Resident Evil 4, esta versão deveria ser seu último refugio.</p>
<p>No caso de você não ter idéia do que o jogo se trata você joga como Leon S. Kennedy, um agente secreto encarregado de recuperar a filha do presidente que foi seqüestrada. A busca dele leva a uma assustadora vila espanhola onde os residentes estão, bem, não tão lúcidos. A estória usa o clichê ocasional, mas para a maior parte, evita a usual patifaria de horror para apresentar uma narrativa interessante e intensa com um número de personagens fascinantes. É também genuinamente assustador, levando você a fazendas abandonadas, igrejas alagadas, e cavernas inundadas, o tempo todo lançando progressivamente inimigos mais estranhos e mais fortes em você. Como a versão para PS2, esta também inclui uma estória lateral chamada Separate Ways, onde você assume controle da espiã Ada Wong e explora algo do mesmo enredo da perspectiva dela.</p>
<p>O sucesso de um jogo de horror tem muito a ver com sua atmosfera, e esta versão de Resident Evil 4 trazia uma porção disso. Mas isso não é dizer que parece superior às versões para GameCube e PS2. Os modelos de personagens e ambientes são lindamente desenhados. Eles foram também obviamente criados com deliberados detalhes e cuidado. De nota particular são os personagens líderes que se tornam mais vulgares e ameaçadores conforme você avança. Mas muito do ambiente foi perdido na transformação. Porque a neblina com granizo se foi, tudo parece mais claro, mas menos sinistro do que antes. Isso também significa que você notou um monte de texturas com baixa resolução que tem enorme contraste com os aspectos mais marcantes do visual. Entretanto, as cenas são as maiores frustrações gráficas. Enquanto a versão para GameCube apresentava cenas em tempo real, esta empresta as cenas não apresentadas em tempo real do PS2. Elas são embaçadas e mal comprimidas no PC, assim como um pouco feias. Adicionalmente, você não pode decorar qualquer cenário visual, aparte da resolução de display.</p>
<p>Felizmente, o áudio não sofre muito, se chega a sofrer. Resident Evil 4 é um festival assustador sonoro, desde a assustadora trilha Sonora minimalista para os incríveis efeitos de armas. De fato, os aspectos mais memoráveis do jogo são acompanhados pelo áudio igualmente emocionante, tais como o rosnar de líderes gigantes ou murmúrios perturbadores dos habitantes da vila conforme ele se infiltram em seu espaço pessoal.</p>
<p>A maior omissão em meio a todos esses problemas de transferência é a dos controles.  Resident Evil 4 não suporta controles de mouse, embora isso não ofereça um esquema moderadamente desajeitado apenas por teclado. Uma porção de jogos centrados em console tem melhor desempenho com um gamepad, mas não havia nem mesmo uma tentativa de implantar decentes controles para PC aqui. Para experimentar o jogo do modo como foi desenvolvido para ser jogado, você precisa plugar em um gamepad. Qualquer que seja o método que você escolher. Se você termina usando os controles de teclado, certifique-se de memorizar qual chave é a tecla 1, qual a 2, e assim por diante. O mesmo problema existe com um controlador, embora seja um pouco mais fácil conseguir apertar teclas corretamente porque os diagramas dentro do jogo são ornamentados para usuários a gamepad.</p>
<p>Uma vez que você superou todos esses problemas e plugou seu controle, você descobrirá que é o mesmo Resident Evil 4 que muitos jogadores vieram a apreciar com o tempo. Tem um passo cuidadoso, frequentemente o jogo tem ação de tirar o fôlego que mantém você na ponta da cadeira com olhos quase de zumbis, falas religiosas, e desafiadoras lutas contra líderes gigantescos. Você vê a ação de um ponto de vista em terceira-pessoa, e quando você segura uma arma, a câmera dá um close. Uma vez que você aponta sua arma, você não pode se mover, mas você pode mirar. Tudo parece muito deliberado, mas corre perfeitamente na velocidade em que os inimigos te abordam. Entretanto, você deveria através disso entender que a ação não é menos excitante que em qualquer shooter tradicional. Existem inimigos perigosos, e você precisa pular sobre eles cheio de vontade antes que eles caiam.</p>
<p>O combate fundamental é onde o jogo mais brilha. Seu arsenal consiste de pistolas, armas de fogo, rifles e mais, com cada uma das armas produzindo resultados incríveis. Mostrar o poder do tridente aos habitantes locais fará com que eles larguem suas armas. Ou você pode atirar nos joelhos deles e fazer com que caiam momentaneamente ao chão. Porque a munição não é terrivelmente abundante, sendo capaz de lidar com uma multidão de psicopatas andando com tão poucos tiros quanto for possível é a prioridade principal. Você sempre tem uma faca como último recurso, mas a menos que você queira tomar um dano grave, é melhor manter-se distante.</p>
<p>Ações contextuais também contribuem para o senso geral de urgência. Não espere sentar e cochilar durante as cenas por causa das muitas interações exigidas na forma de alguns apertos de teclas. Se você estiver dormindo na direção, Leon será esmagado por um inimigo ou estrangulado, e você será ameaçado com uma tela de ‘Game Over’.</p>
<p>Há muito gameplay a ser tido aqui, com perto de 30 horas de ação de alta-qualidade e poucas boas razões para voltar depois de terminá-las. È uma pena que o PC perdeu potência com uma transferência preguiçosa. É também difícil não se perguntar por que a Capcom se deu ao trabalho de fazê-lo. A versão para PS2 está inalterada na descuidada transição para PC, então se você não tem outro meio de experimentar Resident Evil 4 e tem um gamepad, o gameplay central são algumas razões suficientes para adquiri-lo. De outra forma, adquira uma versão diferente e espere que os responsáveis pelo desenvolvimento mostrem um pouco mais de respeito para com a plataforma da próxima vez.</p>
<div id="nota">
<strong>Avaliação final:</strong> <em>7.7</em><br />
Jogabilidade: <b>8.0</b> &#8211; Gráficos: <b>7.0</b> &#8211; Som: <b>9.0</b>- Diversão: <b>7.0</b>
</div>
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		<title>Mario Strikers Charged</title>
		<link>http://www.gamestick.info/reviews/mario-strikers-charged/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2007 18:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cOgumello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Wii]]></category>

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		<description><![CDATA[Gênero(s): Esporte Distribuidor: Nintendo Lançamento: 30/07/2007 Suporte: Cartao de memória Videos Assista ao vídeo! Imagens Mario Strikers definitivamente não é um jogo de futebol. Para ser justo, não é um jogo esportivo também, no sentido tradicional. O sentido tradicional sendo qualquer coisa que não envolva mergulhos no céu ao som de banjo, discos de cogumelos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ficha">
<strong>Gênero(s): </strong><br />
Esporte </p>
<p><strong>Distribuidor:</strong><br />
Nintendo </p>
<p><strong>Lançamento</strong>: 30/07/2007</p>
<p><strong>Suporte:</strong><br />
Cartao de memória</p>
<p><strong>Videos</strong><br />
<a href="/downloads/videos/assista-ao-video-de-mario-strikers-charged/">Assista ao vídeo!</a></p>
<p><strong>Imagens</strong></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_mario-strikers-charged_001.jpg' title='Mario Strikers Charged (Wii)' rel="lightbox[roadtrip]" ><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_mario-strikers-charged_001.miniatura.jpg' alt='Mario Strikers Charged (Wii)' border="0" /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_mario-strikers-charged_002.jpg' title='Mario Strikers Charged (Wii)' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_mario-strikers-charged_002.miniatura.jpg' alt='Mario Strikers Charged (Wii)' border="0" /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_mario-strikers-charged_003.jpg' title='Mario Strikers Charged (Wii)' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_mario-strikers-charged_003.miniatura.jpg' alt='Mario Strikers Charged (Wii)' border="0" /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_mario-strikers-charged_004.jpg' title='Mario Strikers Charged (Wii)' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_mario-strikers-charged_004.miniatura.jpg' alt='Mario Strikers Charged (Wii)' border="0" /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_mario-strikers-charged_005.jpg' title='Mario Strikers Charged (Wii)' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_mario-strikers-charged_005.miniatura.jpg' alt='Mario Strikers Charged (Wii)' border="0" /></a></p>
<p><a href='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_mario-strikers-charged_006.jpg' title='Mario Strikers Charged (Wii)' rel="lightbox[roadtrip]"><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/gamestick_mario-strikers-charged_006.miniatura.jpg' alt='Mario Strikers Charged (Wii)' border="0" /></a>
</div>
<p>Mario Strikers definitivamente não é um jogo de futebol. Para ser justo, não é um jogo esportivo também, no sentido tradicional. O sentido tradicional sendo qualquer coisa que não envolva mergulhos no céu ao som de banjo, discos de cogumelos epiléticos e intoxicação por gases, obviamente. Sim, senhoras e senhores, é hora de agitar com Mario e seus amigos mais uma vez, em um outro formato para a superficial relevância do futebol que paira sobre uma pilha de insanidade viciante.</p>
<p>Se você estiver familiarizado de qualquer modo com o título original, você se sentirá instantaneamente em casa com esta versão para Wii. De uma perspectiva básica, esta seqüência se desenvolve muito como seu ancestral. Entretanto, a Nintendo e a produtora Next Level realmente trabalharam para dar forma profunda a fórmula original e fazer um jogo mais profundo e muito mais satisfatório desta vez.</p>
<p>Isso é evidente desde o início, com o menu de tela de Mario Strikers repleto de vários módulos e opções mais definidas. Para os jogos single-player existem os torneios Road to Striker Cup e Striker Challenges, com partidas multiplayer fazendo uso do modo Domination juntamente com a muito informativa oferta inaugural do console da Nintendo. Há até mesmo um Hall of Fame rastreando suas várias conquistas conforme suas habilidades de lances aumentam com o jogo.</p>
<p>Enquanto a Road to Striker Cup é um moderado e tradicional torneio ao estilo de vitória fácil, ver-se enfrentando várias equipes controladas por computador em uma série de partidas progressivamente mais difíceis, Striker Challenges vai de alguma forma aumentar a longevidade solo de procedimentos, o que o primeiro jogo não tinha de modo algum. Como o nome sugere são apresentadas a você uma série de desafios, nomeadamente baseadas em torno das clássicas partidas relutantes de Mario. Então, por exemplo, Mario e Donkey Kong são colocados em uma partida mortal repentinamente, com o único objetivo de vencer. Em outro lugar, aquela rivalidade fraternal honrada pelo tempo acontece quando Luigi finalmente tenta dar a Mario o que merece, virando a batalha em favor dele antes que o sinal toque.</p>
<p>Há uma porção de desafios para serem superados, tudo pontuado de acordo com a dificuldade. Eles são todos curtos no geral e variados o suficiente para continuar envolvente e &#8211; até mesmo melhor – seus trabalhos são recompensados com cartões de jogadores, conforme você completa um conjunto de desafios para personagem, visíveis no Hall of Fame. O sucesso em ambos os módulos, Challenges e Road to Striker Cup gradualmente destrava uma grande variedade de dicas – divididas em categorias ambientais, potência e personagem – as quais podem ser usadas para misturar a ação ainda mais no multiplayer Domination.</p>
<p>Admitidamente ficamos um pouco divididos aqui; enquanto o original Mario Strikers oferecia uma lista de opções paralelas mais flexíveis desde o inicio, a riqueza de elementos ajustáveis que podem ser abertos através do jogo persistente definitivamente provê um incentivo tangível para passar os módulos Striker Cup e Challenges, para não mencionar um tutorial completo nos caminhos do jogo. Entretanto, é um pouco decepcionante notar que algumas opções básicas e muito pedidas não estão disponíveis desde o inicio – sabemos por experiência que alguns jogadores prefeririam acionar esses poderosos lances de pontos-de-movimento, por exemplo. De outro modo, há uma porção de benefícios enterrados mais afundo dentro do jogo para jogadores mais dedicados, incluindo milhares de taças e troféus. A propósito, Bowser é um personagem jogavel desde o inicio desta vez e não fica apenas pulando nos estádios.</p>
<p>Falando de estádios, uma das nossas críticas que diz respeito ao jogo original Strikers era sobre a repetitiva seleção de estádios disponíveis. Ao mesmo tempo em que havia alguma variação nas arenas em si, os cenários menores traziam pouco para distinguirem-se uns dos outros – com a maioria submetido ao que é brando, com manchas distintas de metal e aço enferrujado, presumivelmente uma herança dos primeiros lançamentos do jogo, da origem do universo de Mario. Felizmente, a Next Level acertou desta vez. Não apenas a lista de estádios aumentou de sete para dez (com todas as arenas originais retornando mais bonitas, e disponíveis desde o início).</p>
<p>Além disso, também, a Next Level aparentemente escutou o retorno dos fãs e retificou algumas queixas em comum do primeiro jogo. Para começar há agora uma seleção mais diversa de capitães, no total de 10, cada um com suas próprias super habilidades singulares para dominar. Como com as elevações de potência, essas são ganhas quando a equipe opositora faz uma falta tal como atingir um jogador que não está com posse de bola. A extensão das Super habilidades vai do peso ao chão de Donkey Kong e do previsível crescimento explosivo de Mario até a francamente alarmante expulsão de calças de Wario que confunde jogadores. É importante que, essas habilidades nunca são tão potentes de modo que cheguem a perturbar o status da partida, mas podem oferecer um momento muito necessário de interrupção contra a oposição. Usado cuidadosamente, elas podem ampliar o campo, adicionando mais um nível bem-vindo de profundidade ao jogo.</p>
<p>Desta forma, agora é possível vestir completamente os membros remanescentes do seu esquadrão, escolhendo de uma lista de oito possíveis personagens. Trazendo por exemplo, Koopas e Toads, por exemplo, cada um especialista em jogadas de criação, defesa, ataque ou potência – todos com moderados conjuntos de habilidades. Talvez não seja imediatamente óbvio como isso afeta o andamento do jogo, mas testes com suas listas podem apontar resultados significativos com o tempo. De novo, é uma adição relativamente pequena, mas uma que bane ainda mais a natureza superficial do jogo original.</p>
<p>No jogo, as coisas se desenvolvem muito antes de uma perspectiva básica. Em outras palavras, aparte de algumas adições já mencionadas e seus efeitos no gameplay, qualquer um que já jogou Mario Strikers antes irá se sentir à vontade. Depois de carregado o jogo não para mais, e sua ação viciante com uma variedade de táticas ofensivas e defensivas tornam o jogo muito divertido.</p>
<p>Apesar de usar os acessórios do Wii como o Wii remote e nunchuck, os controles são impressionantemente alinhados, com a predominância de produção em qualquer obstinada tendência agitada para uma abordagem mais direta e acessível. Do modo como acontece somente a funcionalidade singular de apontamento do Wii aparece no jogo e, mesmo assim, é limitado a um breve estilo de mini-game Duck Hunt durante o Mega Strike Goals.</p>
<p>Como antes, esses potentes ataques em estilo de lance especial específico para capitães, funciona com o gatilho B abaixado e realizando movimentos similares a um jogo de golfe. O sucesso determina o número de bolas que você arremessa, assim como da velocidade de ataque. Diferindo-se significativamente do original, o jogador da defesa pode tomar ação direta durante um ataque Mega Strike. É uma breve, mas tensa adição e na verdade consegue aumentar o envolvimento em procedimentos ao dar-lhe controle completo sobre o resultado de um Mega Strike. Em outras palavras é genuinamente parte integral do gameplay, muito mais do que um simples mecanismo Wii remote.</p>
<p>Se você ainda não entendeu a mensagem, Mario Strikers Charged é exatamente o que uma seqüência deveria ser. A Next Level pegou o formato bem-sucedido do original para GameCube e realmente atualizou aquelas áreas que tinham falhas na primeira vez. Consequentemente, este pacote parece muito melhor acabado, proporcionando uma experiência mais interessante. Isso não é mais evidente em outro ponto do que no muito comentado modo on-line. Falando sobre os itens em Wi-Fi de Charged, podemos dizer que é uma inacreditável e promissora ambição inicial da Nintendo.</p>
<p>Com uma lista permanente mantendo a trilha do status de todo mundo on-line e do progresso do jogo; dados extensos de quadro de líderes e Rivais para que múltiplos jogadores possam gravar suas proezas no futebol; um simples sistema de notificação instantânea para partidas que pedem com outro jogador on-line e a opção de partidas para quatro &#8211; jogadores, com dois jogadores por Wii, realmente há muito para ser admirado nos avanços inaugurais on-line de Mario Strikers.</p>
<p>Em última instância, Mario Strikers Charged é uma evolução do original para GameCube com o alcance do jogo de alguma forma limitado pela sua própria natureza. Em outras palavras, não fique surpreso se você se cansar de procedimentos depois de um jogo extenso. Entretanto, ao corrigir diretamente todos os problemas do primeiro jogo, a Next Level criou uma seqüência que quase parece um ser completamente diferente. Ajustes menores e atualizações suportam a dimensão e profundidade do jogo, ao mesmo tempo em que consegue reter o jogo multiplayer enlouquecedor e barulhento. Com a adição de jogo on-line desta vez também, a Next Level cuidadosamente superou problemas que diziam respeito ao primeiro título no single-player do jogo. Resumindo, Mario Strikers Charged é um titulo profundamente satisfatório, enormemente divertido e altamente recomendado.</p>
<div id="nota">
<strong>Avaliação final:</strong> <em>8.5</em><br />
Jogabilidade: <b>9.0</b> &#8211; Gráficos: <b>8.0</b> &#8211; Som: <b>8.0</b>- Diversão: <b>9.0</b>
</div>
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		<title>Tony Hawk&#8217;s Downhill Jam</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2007 19:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cOgumello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Playstation 2]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Gênero(s): Esporte Fabricante: Neversoft Distribuidor: Activision Plataformas: Playstation 2 Os jogos da série Tony Hawk da Activision têm sofrido algumas mudanças sérias ao longo dos anos, mas esta última seqüência da série está levando as coisas para uma nova direção: para baixo. Tony Hawks Downhill Jam leva o gameplay orientado em ação da série Tony [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ficha">
<strong>Gênero(s):</strong><br />
Esporte</p>
<p><strong>Fabricante:</strong><br />
Neversoft</p>
<p><strong>Distribuidor:</strong><br />
Activision</p>
<p><strong>Plataformas:</strong><br />
Playstation 2
</div>
<p>Os jogos da série Tony Hawk da Activision têm sofrido algumas mudanças sérias ao longo dos anos, mas esta última seqüência da série está levando as coisas para uma nova direção: para baixo. Tony Hawks Downhill Jam leva o gameplay orientado em ação da série Tony Hawk, simplifica e despe-o bastante, e tenta forçá-lo em um jogo de corrida. O resultado é um jogo espasmódico que é bom em fazer você sentir a velocidade, mas não muito mais que isso.</p>
<p>Em Downhill Jam, você pode correr com um dos vários skatistas. Tony Hawk é o único cara do mundo-real lá, e muitos dos restantes caem em um estereótipo facilmente classificado, tal como a garotinha gótica, o cara eternamente bêbado, ou a auto-proclamada “garota branca rica”. Cada personagem tem diferentes status iniciais em cinco categorias diferentes, mas o mais importante é que cada corrida começa com uma pequena entrevista editada para um dos skatistas nas quais eles mostram um pouco de sua personalidade. Ao mesmo tempo em que essas edições começam a se repetir logo, algumas delas são divertidas em um modo subversivo. O jogo oferece a você poucos tipos diferentes de eventos, mas o gameplay primeiramente resolve-se em torno da corrida, então é isso que você passa a maior parte do tempo fazendo. Downhill Jam simplifica bastante a ação do sistema de controle dos jogos Tony Hawk anteriores, mas a maioria das ações ainda está lá, e há agora uma nova tecla de combate que permite que você ganhe de outros corredores.</p>
<p>O sistema de pontos de Downhill Jam é rígido sobre repetição de ação, então você desejará variar as coisas tanto quanto possível para conseguir multiplicadores mais altos de ação. Realizar essas ações preenche a &#8220;zone bone,&#8221; que é um, nome elaborado para o medidor turbo. Ele pode segurar várias cargas, e você carrega apertando a tecla L2. Se acontecer de você cair do skate, você tem que bater a tecla X para levantar, mas o modo como o jogo lida com pousos e acidentes são razoavelmente tranqüilos. Parece impossível realizar um pouso ou acidente por completo, mas o jogo te deixa muito mais lento se você não pousar pelo menos de alguma forma apropriadamente. Ao invés disso, seus acidentes vem de bater em objetos sólidos, como paredes, bondes, e assim por diante.</p>
<p>A corrida é direta, mas o design de nível definitivamente não é. Cada curso colina abaixo é preenchido com diferentes modos de descer. Então você deve rodear e descer um estacionamento, ou você deve apenas querer pular tudo isso e atravessar uma janela para chegar à rua de baixo. Existe uma porção de grind lines que são levadas em curvas, fazendo-as muito conveniente, desde que balancear seu skatista em uma barra é muito mais fácil (e mais rápido) do que manobrar. Entre a alta velocidade e a série de barras e trilhas, Downhill Jam pode se tornar muito confuso. Essas adições à sensação frenética, não faz o jogo mais divertido. A confusão também tem um efeito colateral obscuro. É possível que sofra uma volta completa e comece a andar de skate na direção contrária. O jogo tem uma mensagem de &#8220;wrong way&#8221; (caminho errado) que surge na tela, mas não aparece imediatamente, então você pode andar por alguns segundos até que perceba que está na direção errada. Algum tipo de seta teria feito mais sentido quando você é deixado olhando para a parede e se perguntando para onde seguir, mas uma vez que você aprendeu a rota mais rápida pelo nível, isso não é um grande problema.</p>
<p>Alguns eventos não se focam muito na corrida, mas eles geralmente terão um limite de tempo. Eventos Slalom (em ziguezague) dão a você um período de tempo pequeno, mas cada portão que você atravessa te dá mais tempo. Eventos de pontos exigem que você termine antes que o tempo termine, mas você é julgado por quantos pontos você marca. Nesses eventos, os portões parecem que deixam o tempo mais lento quando você ‘voa’ por eles, dando a você mais tempo para acelerações e grandes manobras. O jogo também tem multiplayer com suporte para dois jogadores via tela-dividida, e você pode jogar corridas tipo single-player, como corrida, ziguezague, manobra, e eliminatória. O líder ganha a cabeça, enquanto os outros andam sem. Você pode conseguir a cabeça ao chegar em primeiro lugar ou ao derrubar o líder. O jogador que tiver a cabeça por mais tempo no fim do curso é declarado o vencedor. Você pode selecionar tudo isso sozinho ou apenas escolher aleatório e deixar o jogo te dar diferentes eventos. Como a maioria dos jogos, este é mais interessante quando jogado contra outros jogadores. Mas jogar em meia tela pode fazer as coisas como barras e atalhos mais difíceis de serem notadas. A corrida on-line teria sido uma adição útil. </p>
<p>Este jogo originalmente apareceu no Wii, e enquanto a versão para Playstation 2 tem alguns módulos multiplayer adicionais, é essencialmente o mesmo jogo, apenas com controles mais convencionais. Graficamente, os modelos e ambientes em Downhill Jam são confusos e meio feios. Tudo geralmente se move rapidamente, mas uma ocasional travada na rotação de quadro atrapalha o senso de velocidade do jogo. As animações de ação parecem ter sido tiradas dos jogos Tony Hawk anteriores, e elas parecem legais, mas considerando o passo da ação, você não terá muito tempo para sentar e apreciar. A trilha sonora contém uma boa variedade de músicas licenciadas. A maioria dos efeitos sonoros soa como se tivesse sido tirado diretamente de antigos jogos Tony Hawk.</p>
<p>Tony Hawks Downhill Jam começa com um sistema de ação de teste de tempo e uma idéia interessante de como reinventá-lo, mas o conceito não se desenvolve claramente. Não há trilhas diferentes o suficiente para manter a ação divertida por muito tempo, e você é meio que deixado de lado pensando que o jogo deveria ter permanecido apenas no Wii, onde seu singular esquema de controle pelo menos ajuda a diferenciá-lo dos outros jogos da série.</p>
<div id="nota">
<strong>Avaliação final:</strong> <em>5.8</em><br />
Jogabilidade: <b>6.0</b> &#8211; Gráficos: <b>5.0</b> &#8211; Som: <b>6.0</b>- Diversão: <b>6.0</b>
</div>
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		<title>Dead or Alive Xtreme 2</title>
		<link>http://www.gamestick.info/reviews/dead-or-alive-xtreme-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2007 12:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cOgumello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox 360]]></category>

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		<description><![CDATA[Ah, Zack Island&#8230; Antes de começar, é bom fechar os olhos, esquecer um pouco da capa de Dead or Alive Xtreme 2 e refletir: Alguém consegue se lembrar do primeiro Dead or Alive? Um jogo de luta (de luta&#8230;) produzido pela Tecmo, com a história e os personagens criados pelo renomado designer Tomonobu Itagaki, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.gamestick.info/wp-content/uploads/2007/05/deadoralivextreme2_01.jpg' alt='deadoralivextreme2_01.jpg' align="right" />Ah, Zack Island&#8230;</p>
<p>Antes de começar, é bom fechar os olhos, esquecer um pouco da capa de Dead or Alive Xtreme 2 e refletir: Alguém consegue se lembrar do primeiro Dead or Alive? Um jogo de luta (de luta&#8230;) produzido pela Tecmo, com a história e os personagens criados pelo renomado designer Tomonobu Itagaki, que começou sua carreira nas plataformas Arcade, Sega Saturn e PlayStation e que cedo ou tarde iria apelar para a sensualidade das lutadoras tridimensionais? Dead or Alive? Sim&#8230; Dead or Alive!</p>
<p>Pois é&#8230; Ele (o primeiro) existiu, de fato. E evoluiu, evoluiu e evoluiu&#8230; Até assustar aqueles que estavam apenas acostumados com o decote da inesquecível Chun Li (a sempre Chun Li), de Street Fighter.</p>
<p>Depois de Dead or Alive Xtreme Beach Volleyball, surgido em 2003, os socos e chutes nunca mais seriam os mesmos. Os movimentos que anos atrás começaram timidamente ousados em Dead or Alive, com segundas intenções a declarar, balouçando cabelos, peças de vestuário e outras &#8220;cousas&#8221; a mais de um lado para o outro, assumiram a posição de destaque em Dead or Alive Xtreme 2. Turbinado com gráficos ao estilo de Dead or Alive 4, o game coloca em cena, na paradisíaca ilha de Zack Island, a maioria das lutadoras presentes no quarto game da série. A única adição desde Xtreme Beach Volleyball é Kokoro, uma jovem gueixa em treinamento.</p>
<p>Iniciar o jogo é bem simples. Primeiro passo: Escolhe-se a garota (protagonista). Feito isso, basta ouvir com atenção (ou nem&#8230;) as instruções do guia e selecionar as ações no menu da tela. Os cenários são amplos, portanto, o jogador escolhe para onde quer ir e que atividades deseja realizar. Tudo é muito paradisíaco e ensolarado, mas, quando a noite chega, a personagem deve descansar em um dos três luxuosos hotéis disponíveis na ilha.</p>
<p>Dentro desses edifícios suntuosos é possível desempenhar diversas outras tarefas. Jogar em cassinos e dormir, dormir e jogar em cassinos, simplesmente jogar em cassinos ou simplesmente dormir&#8230;! É verdade&#8230; Às vezes, a vida em Zack Island pode parecer muito monótona. No entanto, motivos para seguir adiante não faltam. Primeiro: Há uma série de itens que podem ser colecionados, incluindo os trajes de banho das lutadoras, desenhados para agradar aos mais assanhados e chocar os marinheiros de primeira viagem (o único porém é que alguns modelos já são muito manjados); Segundo: É possível cultivar o bom convívio social entre as colegas de quarto, habilidade fundamental para conquistar novas amizades e liberar novos segredos; E terceiro: Liberdade para curtir alguns desafios excêntricos em relação aos jogos de luta, como cabo-de-guerra, competição sobre bóias, corrida de jet-ski e vôlei.</p>
<p>Em Dead or Alive Xtreme 2 a dificuldade não é empecilho. Todo objetivo, por mais simples que seja, visa expor as garotas diante dos jogadores. Nesse sentido, a simulação da física foi muito bem utilizada no movimento das personagens, já que qualquer reação, por mais sutil que seja, é capaz de revelar a saúde dos volumosos corpos femininos. Sendo assim, com tanta beleza, para que pôquer, caça-níqueis e roletas nos cassinos? Ora, justamente para oferecer um pouco mais de inteligência artificial nesse mundo extremamente plástico, repleto de comandos de controle simplificados que subestimam a habilidade dos fãs de jogos de luta. Infelizmente, essas pequenas distrações não são capazes de prender a atenção dos usuários por muito tempo.</p>
<p>Para encarar Dead or Alive Xtreme 2 e continuar de bem com a vida, basta abandonar o senso crítico por alguns instantes e deixar o clima paradisíaco da ilha tomar conta da tela. Já que a trilha sonora não é tão atraente quanto as lutadoras (salvo algumas canções de Hilary Duff, Baha Men, B. Witched, Diana King, Big Mountain e Bob Marley), é melhor personalizar a lista de músicas antes de começar a jogar, afinal, sob sol intenso e ao lado de musas digitais, ninguém vai querer se entediar em plena Zack Island.</p>
<p>Ah, Zack Island&#8230;</p>
<div id="nota">
<strong>Avaliação final:</strong> <em>6.6</em><br />
Jogabilidade: <b>5.5</b> &#8211; Gráficos: <b>8.6</b> &#8211; Som: <b>5.9</b>- Diversão: <b>6.5</b>
</div>
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